Home SociedadeSanta Catarina registra 8,7 mil vagas abertas e reforça papel de polo de empregabilidade no Sul

Santa Catarina registra 8,7 mil vagas abertas e reforça papel de polo de empregabilidade no Sul

Com oportunidades em todos os setores e regiões, o estado se destaca pelo dinamismo econômico e pela busca crescente por profissionais qualificados.

by Redação
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O mercado de trabalho de Santa Catarina segue aquecido. Segundo o Sistema Nacional de Emprego (Sine/SC), estão disponíveis 8.742 vagas de emprego em todas as regiões do estado. Desse total, 386 são destinadas a pessoas com deficiência (PCD), evidenciando o esforço pela inclusão no ambiente profissional.

As oportunidades abrangem diversos segmentos da economia, com destaque para o Vale do Itajaí (2.228 vagas), seguido da Grande Florianópolis (1.734) e do Oeste (1.593). Municípios como Itajaí, Blumenau, Joinville e Chapecó continuam entre os maiores polos de absorção de mão de obra, especialmente nos setores de indústria, comércio e serviços.

O secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Sílvio Dreveck, destacou que o Sine vem fortalecendo a ponte entre empregadores e trabalhadores. “Nosso compromisso é aproximar quem oferece e quem busca oportunidades. Essa relação é essencial para o desenvolvimento econômico e social do estado”, afirmou.

Os interessados podem consultar as vagas pelo portal Emprega Brasil ou comparecer a uma unidade do Sine. Além das vagas, o órgão oferece orientação profissional, intermediação de mão de obra e acesso ao seguro-desemprego.

A distribuição regional mostra que o equilíbrio econômico de Santa Catarina continua sendo um diferencial: enquanto o litoral mantém a força dos serviços e do turismo, o interior expande sua participação industrial. Essa diversidade ajuda a sustentar o baixo índice de desemprego e reforça a imagem do estado como referência nacional em geração de empregos.

Análise:

O desempenho do mercado catarinense é reflexo de uma gestão pública voltada para a integração entre qualificação profissional e desenvolvimento regional. Contudo, o avanço não elimina desafios: ainda há gaps de formação técnica e descompasso entre oferta e demanda de mão de obra, especialmente em áreas de tecnologia e inovação.

A ampla distribuição das vagas revela um modelo econômico descentralizado e resiliente, que resiste às oscilações nacionais. Porém, o crescimento sustentável dependerá da capacidade do estado em manter políticas permanentes de qualificação e inclusão, evitando que a falta de preparo profissional se torne um freio ao ritmo de expansão.

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